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O Concelho

História e Património

Ilustres Figueiroenses


José Malhoa José Malhoa

Nasceu nas Caldas da Rainha em 28 de Abril de 1855. Com a idade de doze anos, o irmão mais velho matriculou-o na Academia Real de Belas Artes, em Lisboa. Pintou a Ribeira de Alge em 1882, mas a sua vinda para Figueiró dos Vinhos, com carácter permanente, apenas ocorre no ano seguinte, por influência de Simões de Almeida (Tio). Imediatamente se apaixonou pela terra e pelas pessoas e maravilhado com a cor dos campos e a luminosidade desta Vila, decidiu construir o seu atelier ao qual chamou Casulo. Homem simples e religioso, José Malhoa retractou o povo da sua época nos quadros "Os Bêbados" de 1907, "O Fado" de 1910 e "A Romaria" de 1927. Ofereceu à Igreja Matriz "O Baptismo de Cristo" tela que pode ser admirada no Altar-Mor. Morreu em Figueiró dos Vinhos em 26 de Outubro de 1933, tendo sido sepultado no Cemitério dos Prazeres, em Lisboa.

D. Diogo de Sousa D. Diogo de Sousa

Filho do senhor de Figueiró e Pedrógão, João Rodrigues de Vasconcelos, e de sua esposa, Branca da Silva, fez estudos superiores nas Universidades de Salamanca e Paris, após ensino preparatório em Évora. Dois anos depois de ter sido feito Deão da Capela Real ocupou a diocese do Porto, em 1495. Foi responsável, no ano seguinte, pela reunião sinodal na qual foram aprovadas novas constituições diocesanas, as primeiras a serem impressas em Portugal (1497). Depois de uma embaixada junto do Papa Júlio II, deu-se a sua transferência para a Arquidiocese de Braga, em 1505. Aí pôde operar, durante quase trinta anos, na qualidade de arcebispo e senhor de tal território, um conjunto de transformações que tornaram a urbe medieval numa cidade renascentista. Entre outros, promoveu o estudo superior de Humanidades, fundou hospital e ordenou o derrube  da anterior cerca, permitindo o aparecimento de um novo tecido urbano consentâneo com os parâmetros arquitectónicos da época.

Simões de Almeida Tio Simões de Almeida (Tio)

Nasceu em 1844, em Figueiró dos Vinhos e faleceu em Lisboa, a 13 de Dezembro de 1926. Aos doze anos foi estudar Belas Artes para Lisboa, cujo curso completou aos 21 anos com alta classificação. Esteve em França e em Itália, regressando a Portugal em 1881, foi nomeado Professor efectivo de Desenho e Escultura, disciplinas onde se notabilizou. Sendo pioneiro, juntamente com Soares dos Reis, de uma reforma estética ao nível escultório, esta no entanto não foi aceite. Destacam-se das obras de sua autoria: “A Puberdade” e “D. Sebastião”.

Henrique Pinto Henrique Pinto

Filho de Francisco Jorge Pinto e de Sebastiana Rosa Pinto, Manuel Henrique Pinto cursou na Academia Real de Belas Artes de Lisboa, onde teve como Mestre Simões de Almeida, outro ilustre figueiroense. Acabou o seu curso entre 1874/1875, abraçando com agrado, em 1884, a nomeação para Professor de uma das cadeiras de desenho industrial, o que o levou até Portalegre, onde permaneceu até sensivelmente 1887 ou 1888, altura em que foi transferido para Tomar. Aí viveu vinte e três anos na qualidade de professor, mas também no papel de director da Escola de Desenho Industrial Jacome Ratton. As suas ligações ao concelho de Figueiró dos Vinhos remontam a 1882, aquando do convite do Mestre Simões de Almeida para que este e o seu amigo José Malhoa fossem para aí viver. Tendo ganho diversos prémios e sido várias vezes galardoado, Manuel Henrique Pinto, inquestionavelmente, um dos melhores pintores do seu tempo, assumindo-se como paisagista de grande sensibilidade e pintor ao gosto naturalista, sendo a presença humana uma marca constante nas suas obras.

Simões de Almeida Sobrinho Simões de Almeida (Sobrinho)

Nasceu em 1880 em Figueiró dos Vinhos. Foi estudar para a capital onde, sob a influência de seu tio, completou o curso em 1903. Esteve depois 3 anos em França. Embora desenhador e pintor, foi na escultura que mais se evidenciou. Professor na Escola de Belas Artes e autor do busto oficial da “República Portuguesa”, cujo molde ofereceu ao Clube Figueiroense. São suas obras também “O Cavador”, “O Despertar”, a estátua equestre de Mouzinho de Albuquerque erigida em Lourenço Marques, o Marquês de Pombal em Lisboa e as Ninfas do Mondego chorando a morte de Inês de Castro. Faleceu em Lisboa em 1950.

Major Neutel de Abreu Major Neutel de Abreu

Filho de Domingos António Simões e Maria das Dores Ferreira de Abreu, completou a instrução primária na sua terra natal e, em 1888, assentou praça no Regimento de Infantaria 11 de Setúbal. Rumou a Macau em 1890, sendo transferido para Angola, no ano seguinte, onde foi colocado no Batalhão de Caçadores 4. Nessa então Província Ultramarina esteve colocado até 1898, ano em que embarcou com destino a Moçambique. Aí construiu destacada reputação no serviço do Exército Português: teve papel preponderante na fase final da estratégia político-militar chamada Pacificação de Moçambique, designadamente na campanha dos Namarrais (1905-1913), dispensando provas de aptidão para promoção a Major. Neutel de Abreu distinguiu-se também como colono, nomeadamente como impulsionador do estabelecimento de diversas infra-estruturas básicas no território, e participou na fundação, em 1907, daquela que veio a ser a cidade da Nampula.

 

 

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